"A saciedade", já escreveu Álvares de Azevedo, "é um tédio terrível". Para ninguém correr o risco de vivenciar noites entediantes, o Viva traçou uma lista com três novos bares maringaenses que você tem que conhecer.

Do samba ao rock, passando pelos chopes artesanais às cervejas de 600 ml, há opções para todos as sedes, débitos e ouvidos.

Varanda: Lanchonete e Petiscaria

Templo dos amantes da boa música, o Varanda: Lanchonete e Petiscaria conta com música ao vivo de quinta a sábado. O choro de Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo domina o palco na quinta e na sexta, das 18h30 às 23h - o bar fecha lá pelas 2h. No sábado, das 15h às 20h - o bar fecha à 0h -, é a vez do samba de raiz dominar a trilha, com direito a clássicos de Cartola, Adoniran Barbosa e outras lendas.

Tudo é bem tocado pelo maringaense Geraldinho do Cavaco e seu filho, Juliano, no bandolim. O couvert custa R$ 7, e vale cada centavo. Por lá, todo mundo vai de Brahma ou Skol (R$ 9) de 600 ml. Mas as caipirinhas (R$ 12) de vodka Smirnoff ou cachaça Velho Barreiro também saem à beça - as duas são preparadas com muita dignidade - , molhando o verbo dos bambas entre as clássicas batucadas.

Onde Avenida Mauá, 537, Vila Morangueira.
Quando quinta e sexta (choro): 18h30 às 23h. Bar fecha às 2h. Sábado (samba): 15h às 20h. Bar fecha à 0h.  
Telefone 3031-0080.

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Empório Lima

Não ter medo de experimentar. Esse é o requisito básico para quem pega uma mesa, há um ano, no Empório Lima. Ali, esqueça os rótulos de sempre. Perca um tempo nas geladeiras, namorando rótulos e desenhos das 150 variedades de garrafas nacionais.
Funcionários atenciosos logo oferecem os detalhes de cada uma das bebidas.

E se você perguntar sobre a vermelhona meio folk, com um esqueleto da cabeça de gado desenhado bem à frente, a tal da Hillbilly Rawhide Beer, vai ouvir que leva o nome de uma banda curitibana, que tem cor dourada com alto amargor e nobres aromas cítricos de lúpulos e que passou pelo processo de Dry Hopping com lúpulos Centennial e Zeus.

Se isso não fizer muito sentido para você, o jeito é perguntar se é forte ou fraca e mandar bala: algumas das melhores sensações da vida surgem de uma descoberta inesperada. Um novo amor, um escritor que te apresenta uma nova visão de mundo, uma nova cerveja que te arrebata.

A casa atualmente trabalha com cinco variedades de chopes paranaenses. Apenas o Lager (Cervejaria Tauá) é fixo. As outras opções, que podem ser Vienna (Cervejaria Bierland), Session IPA (Cervejaria Providencia) e Cacau IPA (Cervejaria Bodebrown), entre outras, nunca se repetem nas torneiras do Empório Lima. Tábua de copa, salame e queijo (R$ 25), batata rústica (R$ 15) e hambúrguer de fraldinha (R$ 18) são algumas das opções para forrar o estômago.

Onde Av. Juscelino Kubistchek de Oliveira, 1.528, Zona 2.
Quando terça a sábado: 16h às 0h.
Telefone 3305-7671.

Divulgação
Chopes artesanais, do Empório Lima:

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The Lazy Buldog Pub

O bar está localizado no mesmo ponto do Meu Pato, boteco que, durante anos, sustentou a fama de ser o último a fechar as portas na boemia maringaense. Algumas mudanças são evidentes: o bar já não é o último a fechar as portas (a noite de sábado vai até as 3h), a decoração mudou (fotografias e pôsteres de rock decoram o espaço interno) e rolaram algumas reformas (principalmente nos banheiros e na cozinha). Mesmo assim, os clientes mais saudosistas vão se sentir em casa com o verde das paredes, o eterno balcãozão negro e, claro, o rock de trilha.

Não saia de lá sem experimentar a caipirinha com Velho Barreiro (R$ 10), uma das mais em conta da cidade. Conforme provamos em uma visita, a caipirinha é preparada com louvor, sem excesso de açúcar: tons ácidos e adocicados combinam perfeitamente. Pelo sabor e pelo preço, impossível tomar uma só.

Gastronomicamente, é como se The Lazy Buldog Pub desse um “upgrade” no falecido Meu Pato. As porções são incrementadas e algumas ganharam um toque meio gourmet. Para comer, porção de calabresa com batata (R$ 25) e ceviche (R$ 18). A batata frita com cheddar e bacon tem status de carro-chefe.

Onde Av. Juscelino K. de Oliveira, 1413, Zona 2.
Quando quarta e quinta: 19h às 2h. Sexta e sábado: 19h às 3. Domingo: 19h à 0h.

Divulgação
Caipirinha, do Lazy Buldog Pub, a R$ 10: impossível tomar uma só

Varanda: Lanchonete e Petiscaria

 

Templo dos amantes da boa música, o Varanda: Lanchonete e Petiscaria conta com música ao vivo de quinta a sábado. O choro de Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo domina o palco na quinta e na sexta, das 18h30 às 23h - o bar fecha lá pelas 2h. No sábado, das 15h às 20h - o bar fecha à 0h -, é a vez do samba de raiz dominar a trilha, com direito a clássicos de Cartola, Adoniran Barbosa e outras lendas.

 

Tudo é bem tocado pelo maringaense Geraldinho do Cavaco e seu filho, Juliano, no bandolim. O couvert custa R$ 7. Por lá, todo mundo vai de Brahma ou Skol (R$ 9) de 600 ml. Mas a caipirinha (R$ 12) de vodka Smirnoff ou cachaça Velho Barreiro também sai à beça, molhando o verbo dos bambas entre as clássicas batucadas.

 

VARANDA: LANCHONETE E PETISCARIA

Onde: Avenida Mauá, 537, Vila Morangueira.

Quando: quinta e sexta (choro): 18h30 às 23h. Bar fecha às 2h. Sábado (samba): 15h às 20h. Bar fecha à 0h.

Telefone: 3031-0080.

 

Empório Lima



Não ter medo de experimentar. Esse é o requisito básico para quem pega uma mesa, há um ano, no Empório Lima. Ali, esqueça os rótulos de sempre. Perca um tempo nas geladeiras, namorando rótulos e desenhos das 150 variedades de garrafas nacionais.

Funcionários atenciosos logo oferecem os detalhes de cada uma das bebidas. E se você perguntar sobre a vermelhona meio folk, com um esqueleto da cabeça de gado desenhado bem à frente, a tal da Hillbilly Rawhide Beer, vai ouvir que leva o nome de uma banda curitibana, que tem cor dourada com alto amargor e nobres aromas cítricos de lúpulos e que passou pelo processo de Dry Hopping com lúpulos Centennial e Zeus.

Se isso não fizer muito sentido para você, o jeito é perguntar se é forte ou fraca e mandar bala: alguma das melhores sensações da vida surgem de uma descoberta inesperada. Um novo amor, um escritor que te apresenta uma nova visão de mundo, uma nova cerveja que te arrebata.

A casa atualmente trabalha com cinco variedades de chopes paranaenses. Apenas o Lager (Cervejaria Tauá) é fixo. As outras opções, que podem ser Vienna (Cervejaria Bierland), Session IPA (Cervejaria Providencia) e Cacau IPA (Cervejaria Bodebrown), entre outras, nunca se repetem nas torneiras do Empório Lima.

Tábua de copa, salame e queijo (R$ 25), batata rústica (R$ 15) e hambúrguer de fraldinha (R$ 18) são algumas das opções para forrar o estômago.

EMPÓRIO LIMA

Onde: Av. Juscelino Kubistchek de Oliveira, 1.528, Zona 2.

Quando: terça a sábado: 16h às 0h.
Telefone: 3305-7671.

 

The Lazy Buldog Pub

 

O bar está localizado no mesmo ponto do Meu Pato, boteco que, durante anos, sustentou a fama de ser o último a fechar as portas na boemia maringaense. Algumas mudanças são evidentes: o bar já não é o último a fechar as portas (a noite de sábado vai até as 3h), a decoração mudou (fotografias e pôsteres de rock decoram o espaço interno) e rolaram algumas reformas (principalmente nos banheiros e na cozinha). Mesmo assim, os clientes mais saudosistas vão se sentir em casa com o verde das paredes, o eterno balcãozão negro e, claro, o rock de trilha.

 

Gastronomicamente, é como se The Lazy Buldog Pub desse um “upgrade” no falecido Meu Pato. As porções são incrementadas e algumas ganharam um toque meio gourmet. Não saia de lá sem experimentar a caipirinha com Velho Barreiro (R$ 10), uma das mais em conta da cidade. Conforme provamos em uma visita, a caipirinha é preparada com louvor, sem excesso de açúcar: tons ácidos e adocicados combinam perfeitamente. Pelo sabor e pleo preço, impossível tomar uma só. Para comer, porção de calabresa com batata (R$ 25) e ceviche (R$ 18). A batata frita com cheddar e bacon tem status de carro-chefe.

 

THE LAZY BULDOG PUB

 

Onde: Av. Pres. Juscelino K. de Oliveira, 1413, Zona 2.

Quando: quarta e quinta: 19h às 2h. Sexta e sábado: 19h às 3. Domingo: 19h à 0h.

 

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